Nada deve ser deixado ao acaso quando falamos de marketing ou publicidade. Tudo conta, tudo tem um significado, e cada pequena coisa pode ditar o sucesso ou insucesso de uma campanha / estratégia. Nessa ordem de ideias, um dos aspetos que qualquer marketeer / criativo deve ter em conta na hora da criação de uma marca ou de uma campanha é a escolha das cores, desde o lettering ao fundo, passando por todos os outros elementos constituintes. Isto pode, para além de outras coisas, ditar a aproximação e confiança que o consumidor vai sentir perante o produto / serviço.
Assim sendo, aqui está uma pequena demonstração de alguns aspetos inerentes a cada cor...
Que melhor forma de criar proximidade entre uma marca e o seu público que não fazer dele a sua forma de divulgação? Aqui está um bom exemplo disso mesmo.
E se a Vodafone afirma que Vodafone Red é todas as coisas boas, porque é que não havemos de acreditar? Afinal, estamos a ser a cara da marca...
É certo que se uma marca não souber adaptar as suas estratégias à evolução dos tempos e às necessidades dos clientes, não consegue manter-se no mercado. Neste caso, temos uma marca que já por outras vezes surpreendeu o mercado com anúncios de alta componente criativa, e que agora estende as suas técnicas à organização de eventos. Se falamos de Carlsberg, falamos de cerveja, falamos de frescura e movimento, atitude e juventude. Assim, a marca está a planear um conjunto de festas para este Verão que se enquadram no conceito "Where's the party?", “um conceito de festas já desenvolvido em outros países e que chega agora a Portugal para animar os portugueses. São festas que primam pela inovação, pela excelente qualidade de música, pelo recurso à mais alta tecnologia em termos de som e imagem”.
Vais aderir a esta onda de diversão? Aqui fica o vídeo de divulgação oficial...
Embora como utilizadora do Windows 8 não o ache suficientemente funcional para os aparelhos que não possuem a funcionalidade touch, considero esta uma ação promocional absolutamente extraordinária dos pontos de vistas diferencial e criativo. Veja...
De acordo com os resultados do estudo Publivaga da Marktest,
realizado no mês de Fevereiro, o ranking das marcas cuja
publicidade é a mais recordada continua a ser liderado pela MEO.
A questão colocada aos inquiridos foi: “Que anúncios recorda
ter visto publicitados, recentemente?”. Os indivíduos integrantes deste estudo
estão entre os 15 e os 74 anos, sendo residentes em Portugal Continental.
Não será este o reflexo de uma forte e criativa estratégia
de comunicação?
E como este é um blog que pretende estar em constante contacto com a inovação e novas oportunidades de presente e futuro, aqui fica a apresentação de um projeto que ainda está nos seus inícios, mas que a médio/longo prazo pretende ser uma agência com um foco incontestável: criatividade. A Criámos pertence a duas das administradoras deste blog, Rita Pereira e Joana Pinto, que já conseguiram publicar vários trabalhos gráficos e não pretendem ficar apenas por aqui. Aos 21 anos de idade, a equipa dual quer dar uso ao seu Certificado de Aptidão Profissional e amplificar a sua prestação de serviços para a área da formação, tanto a título particular como para empresas. E, para além disto, a organização de eventos e gestão avançada de projetos empresariais ao nível da comunicação são mais duas áreas às quais a equipa gostaria, um dia, de conseguir chegar. Contam já com alguma experiência na área sendo que os seus três anos do ensino secundário regular foram substituídos por três excelentes anos na Escola Profissional de Espinho, onde contaram com um corpo docente de excelência. Aqui aprenderam imenso e tiveram também a honra de integrar o Gabinete de Comunicação e Imagem da escola, onde também aprofundaram a sua experiência e conhecimentos. Após o término do curso iniciaram então este projeto, que vai crescendo e que é, desde sempre, um grande sonho e objetivo de ambas.
A Nike faz a primeira campanha publicitária holográfica
em 3D para promover o seu novo produto Nike Free 5.0. A empresa menciona “a
campanha tem sido altamente eficaz em chamar a atenção de cada pessoa que passa
ao seu redor”.
Será o 3D a nova forma de diferenciação entre as marcas?
Uma célebre citação de Seth Godin, fundador e CEO de uma das primeiras companhias de marketing online, a Yoyodyne, que mais tarde vendeu à Yahoo. Sem dúvida um orador e escritor que prima pela sua originalidade e espírito inovador!
Mais um fantástico exemplo de como uma grande marca nunca
pode estagnar no mercado. O mundo continua em movimento e o avanço tecnológico procede
à velocidade da luz. É um erro tremendo as empresas pensarem que já têm o seu mercado
conquistado e o seu público fidelizado.
Partilho assim com vocês este vídeo onde a Google apresenta
a sua nova conquista, óculos de ´realidade aumentada’.
Publicidade em eventos televisivos. ‘Brand Monitoring’ o que
é?
O brand monitoring é um serviço de amostras e evidências
(motorização, controlo) de marcas presentes em eventos com transmissão
televisiva. Isto é, realiza-se uma análise no meio televisivo da exibição da
marca ou produtos em determinados programas. Esta análise pode ser feita sobre
as emissões indicadas pelo cliente ou em programas num determinado período de
tempo. Este método de avaliação da eficácia comunicativa é uma poderosa
ferramenta para que as marcas verifiquem se os esforços de comunicação estão a
ter a visibilidade pretendida.
Em Portugal através da página de Facebook, uma grande
ferramente de apoio ao brand monitoring, já se pode fazer Brand Monitoring.
Empresas como TMN, Vodafone, MEO, utilizam o facebook para avaliar o número de
utilizadores do produto, para situa-los geograficamente, para calcular o nível
de satisfação dos seus públicos, entre outros aspetos relevantes para a
empresa.
Que tipo de informações pertinentes podem ser retiradas
desta análise que beneficiem o cliente? Informações tão importantes como, nível
de audiências, perfil da audiência e ainda o retorno financeiro associado à
exposição da marca nos programas.
A questão que deixo em aberto é: será está estratégia uma
vantagem para as empresas que investem neste meio para publicidade do seu
produto ou serviço? Por Joana Pinto
Num mundo totalmente desenvolvido e numa sociedade cada vez
mais informada e atenta, a questão de
crescimento e notoriedade de uma marca
corre riscos infinitos. Inconvenientes que a empresa tenta afastar da sua
marca/produto como, julgamentos sobre a sua prestação ou produto; objetivos
externos de difícil alcance como por exemplo: a mente do consumidor juntamente
com a sua fidelidade com a empresa; funcionários insatisfeitos o que pode gerar
feedbacks negativos para o exterior; excessivos riscos que as empresas têm de
ter especial atenção para serem combatidos antes de chegaram ao mercado, ao seu
público-alvo.
A competitividade entre as empresas aumenta cada vez mais e
o sonho de ocupar um posicionamento positivo e fidelizado na mente do
consumidor torna-se o principal objetivo de difícil alcance. E aqui entra o
Marketing com todas as suas ferramentas (Merchandising, publicidade, análises
de mercado) entre outras para pelejar todos estes impedimentos até à mente do
consumidor.
Entre inúmeras formas de diferenciação, as marcas genéricas
têm um poder enorme de captação e reconhecimento no mercado, porquê? Marcas genéricas
entendem-se como marca ou produto que passam a ser diariamente utilizadas para
referir determinado objeto ou prestação ou seja, marcas que viram sinónimo de
um determinado produto mesmo que seja de outra marca. Usualmente esta ação
ocorre com empresas precursoras ou então com empresas que tiveram um grande
impacto no lançamento de um determinado produto ou serviço. Isto acontece com
marcas como Gillette ou Kispo, empresas que lançaram os seus produtos e que
tiveram um crescente reconhecimento no mercado e que seguraram o seu nicho
associando todos os produtos de igual função a sua marca. Um ponto enorme de
distinção entre as empresas e de homenagem às companhias portadoras do nome.
Nunca é demais relembrar, na minha opinião, esta excelente aposta de marketing e publicidade da tão conhecida marca Dove. Quem já conhece, de certo que adorará rever. E quem não conhece, prepare-se então para se deparar com uma das melhores estratégias comunicacionais já executadas, a meu ver.
Com uma campanha totalmente inesperada e completamente fora do comum, a marca conseguiu aumentar as suas vendas em cerca de 700%, facto memorável para toda a história de uma indústria extremamente competitiva. Mesmo não fugindo ao facto de que esta é também uma estratégia para a obtenção de lucro, a agência Ogilvy (criadora da campanha) foi imensamente inteligente: intitulando a campanha de "Real Beauty" / "Real Beleza", fez o uso de modelos femininas perfeitamente comuns. Mulheres como todas nós, com defeitos e qualidades, que acima de tudo são detentoras de uma beleza curvilínea (fugindo às magrezas extremas, tanto em voga nessa mesma altura). Utilizando não só imagens, mas também vídeos e testemunhos, é notória a inovação, criatividade e apelo ao senso comum por parte da marca, que desafiando assim o idílico feminino conseguiu que se falasse dela em todos os meios de comunicação, e até em países onde os anúncios não foram exibidos. Afinal, qual é a mulher que foge aos padrões de beleza comuns que não gosta de se sentir especial?
Abaixo podem ver-se alguns dos exemplares publicitários desta mesma campanha.
As
redes sociais são, hoje em dia e cada vez mais, uma realidade inegável. Não
estando presente on-line, uma empresa/marca nunca poderá afirmar que existe a
100% no mercado, seja nacional ou internacional. Independentemente do ramo de
atividade ou do género de negócio em questão, aproveitar as redes sociais para interagir
com o público ou até para publicitar produtos ou serviços são apenas algumas
das muitas coisas em que estas podem ser de grande utilidade para o mundo dos
negócios.
Mais
do que um “ponto de encontro” para todo e qualquer individuo, são uma forte
forma de interação entre pessoas e marcas, e vice-versa – podemos então dizer
que as redes sociais exercem uma função dual no mercado atual. Permitem, por um
lado, uma relação em maior dimensão por parte dos consumidores para com as
empresas, na medida em que são um instrumento extremamente dinâmico e rápido.
Estes podem esclarecer dúvidas sobre um produto, serviço ou até informações
relativas a postos de venda, por exemplo, de forma quase imediata e sem
qualquer custo. Por sua vez, as marcas podem utilizar esta rapidez e envolvência
de forma inteligente, podendo ajustar as suas estratégias de comunicação e
divulgação àquilo que será mais pertinente no seu mercado alvo; minimizar
possíveis falhas; aproveitar ideias que possam surgir por parte dos clientes,
nomeadamente a partir das suas sugestões; perceber o que mais agrada e o que
motiva os consumidores; esclarecer possíveis dúvidas de forma quase imediata,
como já referido. Mas, mesmo com todas estas vantagens, as empresas têm que ter
em linha de conta que a rapidez com que a informação flui pode ser negativa se
não tratada no tempo real, e com elevada frequência.
Segundo o estudo realizado
em 2012 pela Marktest Consulting com o objetivo de conhecer índices de
notoriedade, utilização, opinião e hábitos dos portugueses face às redes
sociais, concluiu-se que: 95% têm conta no facebook; 15% visita as suas redes
sociais assim que corda; 62% segue as marcas nas redes sociais; e, por fim, a
presença das empresas e marcas na redes sociais é entendida como muito
importante. Tudo isto nos revela que as empresas não devem olhar para as redes
sociais (o facebook, por exemplo) como um meio de distração para os seus
colaboradores, mas sim como uma ferramenta que pode auxiliar e complementar a
qualidade e eficácia do trabalho exercido, quer dentro quer fora da empresa. É
rápido, fácil e eficaz comunicar através do chat existente no facebook: evita
deslocações de sala para sala numa empresa, por exemplo. Se visitar a conta nas
redes sociais é uma das primeiras coisas que uma pessoa faz no seu dia, não
será então positivo deixar-lhe uma mensagem com os alertas para esse mesmo dia
de trabalho ao invés de enviar um e-mail? Claro está que estes são meios
eletrónicos complementares, mas talvez a potencialidade das redes sociais não
esteja ainda a ser totalmente aproveitada, duplicando trabalhos e perdendo
benefícios.
Há
ainda um certo antagonismo para com as mesmas que deve ser desmistificado, de
forma a que as suas vantagens possam ser totalmente descobertas e exercidas. São
para mim, sem dúvida alguma, um forte instrumento de comunicação/marketing, que
deve ser aproveitado ao máximo.
Está mais do que provado que as mulheres são, sem margem para dúvida, seres feitos e criados para dar e receber. Seja falando de sentimentos ou de trabalho e realização pessoal, a primeira pessoa com quem a mulher se deve preocupar é consigo mesma. É uma questão de prioridade e até de inteligência. O grande problema depreende-se, na maioria das vezes, com a falta de confiança que ainda hoje as mulheres depositam nas suas capacidades. O medo de arriscar e até de opinar fazem com que seja mais simples não tentar, não ousar, não criar. Assim não corremos o risco de ouvir críticas, comentários desfavoráveis, opiniões desvalorizadoras – tudo aquilo que assombra quem quer ser bem-sucedida mas tem medo da negação. Mas no final de contas, se não formos capazes de dominar os nossos medos face ao mundo envolvente e face às nossas ambições, como é que podemos sem bem-sucedidas? A perfeição é totalmente contra a nossa natureza: é a primeira ideia que precisamos ter presente na nossa mente. Ou seja, não é a busca pela perfeição que nos vai fazer alcançar o sucesso pessoal e profissional que tanto ansiamos, muito pelo contrário – se alcançar os nossos objetivos fosse tão fácil como andar de bicicleta, algum dia iriamos despender tanto tempo e tanto esforço na sua busca? Lógico que não. Daí ser imprescindível fazer a nossa sorte conseguindo valorizar o que conseguimos alcançar, tanto mais difícil quanto o seja conseguir. A atitude é o princípio, o meio e a continuação de tudo. Há que aceitar os erros e procurar fazer melhor, usar a insatisfação como impulso, aproveitar as bruscas mudanças a nosso favor, saber gerir prioridades e encarar todo e cada desafio como uma fonte de proveitos, retornos positivos. O nosso sucesso pessoal depende, essencialmente, de conseguirmos atingir os nossos objetivos e aquilo que nos predispomos a alcançar – o que nos vai transformar em mulheres pró-ativas, capazes e motivadas. E é aqui que entra o mecanismo essencial para que criemos oportunidades: o marketing. Sendo este um processo com dois sentidos e que visa maximizar o consumo e, consequentemente, a satisfação do consumidor, é então preciso utilizar estas ferramentas a nosso favor, como que em forma de marketing pessoal, mas altamente focalizado para nós, mulheres. Temos que nos diferenciar, que criar valor próprio e, maioritariamente, que trabalhar constantemente para descobrirmos a nossa proficiência pessoal. Estamos erradas quando achamos que temos e devemos saber fazer tudo: por muito que hoje em dia seja positivo sermos polivalentes, isso não significa que necessitemos de dominar toda e qualquer área. Outra das peças que pode muitas vezes marcar a diferença é a questão da imagem / beleza – estas são importantes por muito que as descuremos, tanto quanto contribuam para o nosso bem – estar, e não para a fomentação de padrões ou estereótipos da sociedade. Devem ser trabalhadas de forma a funcionarem também elas como um meio de diferenciação positivo. Hábitos e convenções devem ser quebrados e substituídos por conceitos inovadores que todas nós somos capazes de criar - há que aplicar todos os nossos conhecimentos estéticos e até da mulher enquanto ser sentimental para que consigamos utilizar esses mesmos mecanismos para observar aquilo que o mercado ao qual nos queremos candidatar necessita, seja esse o mercado de consumo ou a procura de um emprego. Posto tudo isto, por mais difícil e concorrencial que seja hoje a criação de valor pessoal, devemos sempre ter em linha de conta que o marketing para a mulher moderna pode ser tudo aquilo que nós quisermos, desde que trabalhado com afinco e dedicação, de uma forma criativa e persistente. Por Rita Pereira